terça-feira, 17 de agosto de 2010
Babel na gráfica
Nossa capa
Babel nas férias
Aqui é preciso destacar a boa vontade, a generosidade e a competência do aluno Paulo Eduardo Gonçalves, que dedicou grande parte do seu tempo livre (ele não estava de férias no estágio) para editorar todas as 68 páginas e a capa da revista. Foi um trabalho infindável de aplicação de texto e imagem, tratamento de foto, ajuste capilar de alinhamento e ocupação da mancha gráfica, correção de viúvas, acerto de colunas, enfim, um trabalho minucioso e ingrato que exigiu muito conhecimento técnico e muita paciência. À distância, pela internet, Paulo recebia listas e mais listas de ajustes e correções, sugestões de mudanças e soluções, resultado de um rigoroso "pente fino" que eu, enquanto professora e "editora" da Babel, empreendi também durante as férias depois de inúmeras revisões das páginas da revista. Paulo foi sempre paciente e eficiente na solução pronta dos problemas que iam surgindo. Se o arquivo digital da publicação antecipa o apuro estético e gráfico da revista, devo dizer que a maior parte dos méritos vão para o aluno Paulo Eduardo. Se a opção pela "limpeza" gráfica, que prioriza o texto jornalístico e não cai na armadilha dos penduricalhos usados muitas vezes como enfeites, já tinha sido uma decisão acertada da turma, a materialização do conceito nas páginas editoradas é obra do "editorador" do grupo.
Parabéns, Paulo. A turma toda agradece o seu trabalho e o seu empenho!
Profª. Patrícia Iorio
segunda-feira, 19 de julho de 2010
Espelho da Babel
Para não deixar para trás uma etapa tão importante da revista, deixo aqui a ordem das matéria definidas àquela época. Com uma alteração: dado que todas as matérias agora já foram apuradas e estão em fase de editoração, troquei o nome genérico das pautas pelos títulos que receberão na versão impressa. Com vocês, o esqueleto da revista:
1) Capa
2) Segunda capa: chapada em preto
3) Editorial (metade superior) e editorial (metade inferior)
4) Pág 2 e 3: Sumário (com pequenas ilustrações, se for possível)
5) Um jornal isento de verdade – Pedro Staite
6) Era da convergência na Mídia Educação – Vivian Raffaeli
7) Meio ambiente: o desafio de comunicar – Isabella Paschuini
8) Em busca de espaço – Fábio Klotz
9) Driblando a marcação da grande mídia com as redes sociais – Igor Mello
10) Hermógenes, o salvador – a pura ação no jornalismo – Pedro Staite (crônica)
11) Rádio e TV Digitais: preparando o mercado para interagir – Pedro Paulo S. Filho
12) Um ano sem diploma de jornalismo. O que mudou? – Daniela Martins
13) O caminho desorientado da prática jornalística – Diego Zerbato
14) Tudo ao mesmo tempo agora – Mariana Moreira
15) Entrevistas cruzadas – Renata Sofia
16) O sucesso dos blogs independentes – Verônica Vasque
17) Perspectivas do jornalismo digital – Lailla Micas
18) Caindo na grande rede – Leonardo Sales
19) Eleições 2010: a campanha da Internet – Natalia Zimbrão
20) Candidatos na era das redes sociais – Maria Luísa de Melo
21) Interrompemos nossa programação para horário de piadas gratuitas – Renata Sofia
22) A nova versão do sexo frágil – Alexandra Barbosa
23) Perdoem nossas falhas: constrangimento ao vivo – Fátima Machado
24) E a grande loja de fotos completa 20 anos, e daí... – Paulo Eduardo Gonçalves
25) Imagem e cidade: a convergência necessária – Prof. Ricardo Hollanda (artigo)
26) Making of – Fábio Klotz
27) Terceira capa: anúncio sobre o curso de jornalismo na FCS?
28) Quarta capa: logo da FCS rebaixada
Se os títulos já anunciam a seriedade do conteúdo, quando tudo estiver diagramado e impresso com qualidade de acabamento, a Babel da FCS vai ser leitura obrigatória, informativa e atraente para todo tipo de público, principalmente para alunos e profissionais de Comunicação.
Até lá,
Profª. Patrícia Iorio
terça-feira, 13 de julho de 2010
Galeria de Fotos da Revista Babel
segunda-feira, 28 de junho de 2010
Projeto Indesign CS3 e CS4
Fala, galera!
Tá aqui o projeto pra quem já puder ir montando!
Abcs
CS3:
http://www.easy-share.com/1911149725/Babel.inx
CS4:
http://www.easy-share.com/1911149741/Projeto_FotosCS4.indd
sábado, 29 de maio de 2010
Babel - versão beta
Este é o link de download do PDF da revista, versão beta. Estou aberto a sugestões.
http://www.easy-share.com/1910445065/Projeto_FotosCS4.pdf
Abcs!
Escolha da fonte do título
Fiz uma seleção de possíveis fontes para os títulos de nossas matérias. Fugi daquelas fontes batidas, como Arial e Verdana.
Eis o resultado:
Meu voto vai para a última fonte. Entretanto também gostei da penúltima e antepenúltima. Por isso tive uma ideia: será que a gente deve diferenciar as fontes do título de acordo com a matéria e se a matéria pedir esse tipo de mudança? Por exemplo: nesse título de jornalismo digital, creio que a antepenúltima fonte encaixe bem.Quanto a fonte do texto, a Calibri caiu bem. É sem serifa e todo mundo tem no computador de casa. Assim fica mais fácil de editar a revista. Além do mais, no tamanho 12 ela ocupa o mesmo espaço da times, ou seja, é uma fonte que tem um tamanho que todos estamos acostumados.
Quanto aos boxes e legendas, creio que pode estar em concordância com a fonte do título, mas sem versalete.
domingo, 23 de maio de 2010
Entrevista Jornalismo Digital
Como internet é um tema comum a outras matérias da revista, se alguém quiser pode me mandar perguntas por e-mail que eu faço a ela.
Bjs
terça-feira, 11 de maio de 2010
Projeto Gráfico em estudo
Destinada a falar das inquietações que movem o comunicador hoje, a revista, que ainda não foi batizada, vai explorar os seguintes eixos: novas tecnologias e linguagens; problemáticas comunicacionais; multifuncionalidade profissional; e incorporação das redes sociais.
Nossa publicação de edição única terá formato 23,5cm x 28cm, impressa em quatro cores, tendo capa em papel couché 120g/m2 e miolo em papel couché matte 90g/m2, 50 páginas (aproximadamente), tiragem de mil exemplares, impressão a partir de chapa (sem fotolito) e encadernação do tipo canoa (dobra e grampo).
Estamos agora estudando o projeto gráfico do miolo e a turma vem simulando algumas possibilidades de composição gráfica nas páginas. A ideia é encontrar uma unidade editorial que expresse a solidez do conteúdo a ser ali impresso e que seja ao mesmo tempo atraente e fácil de ler, sem ser sisuda ou "careta".
Estudar a linguagem editorial da revista implica em definir a mancha gráfica; o peso das imagens e ilustrações; a família e o tamanho das fontes tipográficas em títulos, textos e legendas; o entrelinhamento; a posição de títulos; o número de colunas; o uso de retículas, boxes, fios, cor; o layout do nome da revista na capa e nas laterais das páginas internas... Há ainda a organização das pautas por sessão e sua distribuição pelas páginas, a definição da capa e das chamadas.
Todos estes detalhes começaram a ser testados na aula de 5 de maio e ocuparão as aulas de quarta-feira na sala de Multimeios. É preciso que todo o grupo esteja presente e pense junto a "cara" da revista. Conto com vocês!
Os desafios da comunicação ambiental na sociedade contemporânea
A minha ideia seria fazer mais um mosaico, uma coisa mais reflexiva do que “matéria propriamente dita”, mas, é claro, com alto teor informativo. Essas pessoas que lidam diariamente com o tema do meio ambiente, e, principalmente, sua degradação – seja informando (jornalistas), teorizando (acadêmicos) ou incentivando ações (comunicação empresarial/órgãos públicos de gestão ambiental) – poderiam contar um pouco do que elas sentem ao lidar com o tema, da percepção que têm dele, as dificuldades, e o que pensam que seja a função do comunicador nesse cenário.
Sendo assim, pretendo entrevistar:
- Editores/repórteres das editorias de Ciência/Meio Ambiente dos grandes jornais. Vou buscar com a Folha, O Globo e Estadão quem cobre ciência e tentar falar com ao menos um de cada veículo.
- Editores/repórteres de revistas e sites temáticos.
- Blogueiros/twitteiros que se dediquem a escrever sobre o tema.
- Profissionais de comunicação interna de empresas que recebam elogios por políticas de proteção ao meio ambiente/educação ambiental. Quero ouvir profissionais de pelo menos duas empresas. Estou pesquisando quais organizações são referência nesses termos.
- Teóricos/professores/acadêmicos de comunicação ambiental ou jornalismo científico.
- Profissionais de comunicação social de órgãos públicos de proteção ao meio ambiente, como o Ministério do Meio Ambiente e secretarias estaduais/municipais.
Estou aberta a sugestões para incrementar a pauta!
Beijinhos,
Isa.
Pauta - Jornais de humor
O objetivo é descrever a feitura de matérias fantasiosas em jornais de humor. Existem dois emblemáticos: “Piauí Herald”, que figura em algumas páginas da revista Piauí e que virou blog. O outro é “O Sensacionalista”, feito por quatro profissionais de comunicação. Ambos “inventam” notícias absurdas geralmente a partir de um fato real. Vou deixar os links para vocês verem o que eles falam sobre a convocação da seleção brasileira, o assunto mais palpitante do dia.
Aconteceu algo curioso com O Sensacionalista. Eles divulgaram uma notícia humorística dizendo que uma mulher havia ficado grávida ao ver um filme pornô 3D. O elemento absurdo da questão é que essa matéria foi replicada em vários sites, inclusive no exterior, como se fosse real. Um exemplo é o Gizmodo, um dos maiores blogs do mundo.
Vou entrar em contato com os criadores desses jornais. Além disso, seria interessante ver o que se fala sobre eles em redes sociais e entrevistar leitores assíduos. Acho que algum professor de jornalismo poderia dar uns depoimentos também.
Blogs:
http://sensacionalista.virgula.uol.com.br/index.php
sexta-feira, 7 de maio de 2010
Fotos da Revsta
Estive conversando com o professor Hollanda sobre a nossa ideia de ter uma área destinada para as fotografias da turma na revista. Além adorar, ,ele disse que se precisar editar alguma foto ou coisa parecida é só falar para que seja disponibilizado o Laboratório de Fotografia Digital. Quanto ao artigo, ele avisou que está à disposição, é só marcar.
terça-feira, 4 de maio de 2010
Mulheres que trabalham em redutos masculinos
A condição de subordinação da mulher pelo homem foi construída historicamente nas práticas culturais e nas instituições. Apesar dessa dominação, em quase todos os setores da economia o trabalho feminino já foi incorporados e aceito com razoável naturalidade. Entretanto, em algumas áreas, as mulheres ainda encontram dificuldades de inserção e ascensão profissional.
Objetivo
Esta matéria visa abordar os fatores que levaram à mudanças desse conceito. Para isso vamos buscar exemplo de mulheres que venceram o preconceito e estão com tudo no mercado de trabalho.
Possíveis entrevistadas
Mariana Becker - Fórmula 1?
Thayssa Bravo - CBN
Andréia Marcie(maria chuteira)- Rádio Globo
Repórter da área policial ?
Sugestões e possíveis contatos é só postarem.
Pauta - Comportamento do jornalista por detrás das câmeras
Que tipos de sentimentos esses profissionais sentem quando estão no meio de uma guerra entre polícia e bandidos? Medo, euforia, adrenalina a mil, etc?
E quando ocorre uma tragédia em que dezenas de pessoas morrem? Será que tem como ser "indiferente" a tudo que aconteceu?Afinal, amanhã é um novo dia e todos os dias acontecem alguma coisa de diferente, independente se tiveram mortes ou não. Por que em alguns casos o lado emocional fala mais alto? E em que situações isso acontece?
O que essas experiências trazem para suas vidas?Mais humanos ou os mesmos de sempre?
Em frente à câmera não há um momento para que esse profissional demonstre seus sentimentos em relação à determinada situação. Mas o que acontece com eles por detrás das câmeras?
Será que o jornalista é um ser frio e sem sentimentos como muitos(os próprios profissionais da área e o telespectador, já que os últimos só veem o que a mídia mostra) pensam?
Para que todas essas questões sejam respondidas terei como objetivo entrevistar alguns profissionais que já passaram por uma situação de alta pressão e buscar artigos ou livros que abordem tal assunto.
segunda-feira, 3 de maio de 2010
Pauta - Gadgets e a comunicação
Mas de que forma o conteúdo vem sendo produzido para essas novas plataformas, tão pequenas, com no máximo 10 polegadas? Quem produz esse conteúdo e como ele pode ser produzido? Será que a industria do jornalismo vem se preparando para essa questão, juntamente com o marketing?
Podemos entrar em contato com o Globo que é o jornal mais adaptado, no Rio de Janeiro, à essas novas tecnologias, já que ele já lançou conteúdo exclusivo para Ipad, apesar do equipamento nem ter desembarcado no Brasil ainda. Podemos também entrar em contato com o Bradesco, que tem um Internet Banking todo feito para Iphone. Além disso, podemos falar com editoras sobre a venda de livros eletrônicas, o que elas esperam disso?
Pauta - O uso de editores de imagem - o Photoshop
O que os publicitários pensam do uso dele? E os jornalistas? E os fotógrafos da época do filme?
Podemos entrevistar esses profissionais e tentar uma entrevista, nem que seja via email, com a Adobe, para falar sobre o desenvolvimento do produto e para que tipo de mercado ele é vendido primordialmente, além de outras questões, como o uso de chaves falsas.
Temos também o caso recente da Ralph Lauren que publicou páginas de propagandas em revistas norte-americanas com as já magras modelos ainda mais reduzidas pelo programa, que simplismente ficaram toscas.
Pauta - Seção de fotografia
Portanto, cada aluno, cada grupo da época, deve entregar 4 ou 5 fotos sobre o trabalho realizado para o professor Ricardo de Hollanda sobre o Rio de Janeiro. Eu tinha pensado em publicar essas fotos então aqui no site, para que houvesse uma votação, mas creio que isso pode gerar alguma confusão, como votos no próprio trabalho. Pensei então em perguntar ao professor Hollanda se ele pode escolher as melhores fotos segundo os critérios dele de imagem. O que vocês acham?
É isso, creio que vai ser uma parte da revista que vai dar um respiro entre as matérias. Pensei também em colocarmos um editorial no início ou final da revista falando sobre esse ensaio.
domingo, 2 de maio de 2010
O nome do projeto
Na sala de aula, alguns alunos deram sugestões para nomes. Milagrosamente todos são mais legais do que “Sovaco podre”, e alguns são realmente interessantes. Tanto foi, que chegou a ocorrer um pequeno salamaleco no meio da aula, porque no final, dispúnhamos de mais de uma alcunha.
Nessa hora é preciso ter desapego. Darwin sabe muito bem que somos seres absolutamente adaptáveis: se conseguimos sobreviver (e ficar bem) sem o ex-affair, se nos resignamos quando nosso candidato favorito não ganha a eleição, é mais do que certo que o nome escolhido será bem assimilado por parte de quem não o preferiu. Se não assimilar, está fora do projeto. Mentira, está dentro, precisamos encher uma revista, não vai ser tão simples.
Sobre os nomes em questão
Depois de uma peneira, sobraram os seguintes:
• Inquietos
• Babel
• Horizonte
• Olhares
• Desafio
• C
• Caôs (ou Caos, não entendi)
Você tem alguma preferência?
sábado, 1 de maio de 2010
Fotos do Rio de Janeiro
Galera
Na aula de sexta surgiu uma idéia interessante para a revista.
A idéia é fazer uma seção de fotos da cidade usando o material dos nossos trabalhos de Fotojornalismo 1. Como todos foram sobre lugares do Rio, e quase todos sobre o centro, dá pra fazer uma bela edição de fotos com 4 ou 5 de cada grupo.
Outra idéia era pedir ao Prof. Ricardo de Hollanda, que nos orientou, para que ele fale sobre a fotografia como registro da cidade e do cotidiano e etc, em um artigo.
O que vocês acham?
sexta-feira, 30 de abril de 2010
O sucesso de blogs de amadores
Com o desenvolvimento e a difusão do acesso às novas tecnologias e às mídias sociais, qualquer pessoa pode ser uma grande comunicadora, basta utilizar plataformas digitais e a internet para produzir e divulgar conteúdos próprios. Diante desta nova realidade, o jornalista deixa de ser o único produtor e difusor de informações, passando a conviver com a contribuição, e até mesmo concorrência, de pessoas comuns, amadoras.
Objetivo
Esta matéria pretende contextualizar essa nova realidade, analisando blogs famosos disseminadores de informação relevante ou opinião de pessoas sem formação jornalística. Para tal, abordaremos os fatores que possibilitaram a realidade dessa nova ferramenta com cunho jornalístico e sua atual dinâmica no meio. Iremos listar blogs e/ou sites de pessoas comuns que se dedicam a prática jornalística, simplesmente por gosto ou prazer. Podemos entrevistar algumas delas e procurar saber se esperavam o grande número de visitas ao site e se fizeram algo para se promoverem ou se o sucesso foi espontâneo. Entrevistaremos, também, um especialista no assunto para sabermos as perspectivas dessa prática e questionarmos sobre as conseqüências dessa realidade para o futuro dos jornalistas.
Possíveis entrevistas:
Blogueiros de sucesso;
Especialista no assunto
quinta-feira, 29 de abril de 2010
Divulgação de empresas na internet
NÃO CONSEGUI ALTERAR O POST DAS PAUTAS (NÃO APARECE A OPÇÃO DE EDITAR), ENTÃO, AQUI VAI A MINHA , SUGERIDA PELA LAILLA.
UM ABRAÇO.
Muitas empresas estão vendo nas redes sociais um campo de inúmeras possibilidades de estratégias em comunicação e um instrumento para orientação das decisões de consumo. Por meio de links patrocinados, posts pagos e ações via Twitter, Orkut e Facebook , o uso da internet como ferramenta de ações de marketing, publicidade e assessoria de imprensa tornou-se item fundamental da pauta de qualquer empresa que busque posicionamento e manutenção de sua imagem no mercado.
Neste cenário marcado pelo hibridismo de linguagens e formatos que é a internet, é preciso adotar abordagens corretas que atendam às especificidades destes novos meios, sob a pena de cometerem danos irreparáveis junto aos clientes. Dessa forma, o objetivo da matéria é mostrar o que pensam especialistas que atuam nesta área, com dicas, cases de sucesso e experiências mal sucedidas na web.
Entrevistas:
Adriano Lopes (publicitário) >> gerente de marketing das Lojas Americanas;
Adriana Castelo Branco (jornalista) >> assessora de imprensa da Oi;
Igor Fidälgo (jornalista) >> consultor de imagem da loja ViaFlores e da marca Foxton;
Marina Zveibil (jornalista) >> assessora de imprensa da Apple no Brasil;
Dora Kaufman >> ex-diretora da AgênciaClick
Renata Victal (jornalista) >> trabalha na Assessoria de Comunicação da Petrobras
Paula de Paula >> assessora de imprensa da Fundição Progresso
Tina Adnet >> gerente de marketing do Barra Shopping
quarta-feira, 28 de abril de 2010
Blog de Jornalismo e Tecnologia
terça-feira, 27 de abril de 2010
Evolução de Rádio e TV
Se, na internet, o Jornalismo começa a tomar seu próprio formato, nas outras áreas do mundo digital a área reserva muitas surpresas. Na TV e Rádio digitais, novas ferramentas aproximarão ainda mais o Jornalista do leitor/espectador, já que a interatividade sofrerá expansão, o direcionamento da informação será ainda mais específico – alcançando seletos públicos alvo, e uma maneira ainda mais simples de comunicação será necessária.
Num passado não muito distante, Jornalistas se queixavam da multitarefa quando tinham que fazer uma matéria para o meio impresso e ainda ter que adaptá-la para a Internet. Agora, a multifunção será ainda maior: além da publicação na Internet, eles terão de atender às necessidades do público da TV Digital, transmitindo suas informações através de gadgets da DTVi, ou em drops informativos para os rádios digitais circulantes pelo país.
Mas os jornalistas não poderão se queixar. Se a previsão é de um aumento de funções, também deverá haver um aumento de oferta de trabalho. Grandes emissoras de TV já planejam a criação de canais específicos de notícias para celulares com TV Digital, os chamados canais 1-SEG, que terão programação distinta da TV aberta e com direcionamento específico para quem está nas ruas da cidade.
Além disso, com o apagão analógico, haverá uma oferta maior de espectro, dando espaço para que novas emissoras sejam criadas. Vale ressaltar que o espectro analógico do Rio está quase totalmente ocupado, não tendo espaço para novas emissoras. Com o apagão e a redistribuição de canais, novas empresas poderão iniciar suas atividades e isso poderá trazer mais postos de trabalho.
Nesta matéria, pretendo costurar as novas vias de comunicação com o adaptado formato de trabalho do jornalista e analisar as perspectivas de novas opções para estes comunicadores. Farei uma pequena explanação sobre as possibilidades dos dois meios e, com isso, tentarei desenhar o caminho do Jornalismo no Brasil.
Possíveis fontes: Representantes da ABRA e da ABERT, diretores de emissoras de TV e Rádio que já estejam testando a interatividade e professores com pesquisas na área.
Autorregulação do Jornalismo
Abs.
Descrição
Uma das principais críticas ao jornalismo é a falta de um instrumento complementar ao código de ética que regule o exercício da atividade profissional e principalmente a atuação das empresas jornalísticas. Os principais defensores dessa corrente são movimentos sociais, entidades ligadas aos direitos humanos e organizações que pregam a democratização e desconcentração dos meios de comunicação, além da base do atual governo federal.
Do outro lado, os que advogam pela liberdade total de imprensa, fazendo com que apenas o código de ética jornalística tenha valor regulatório para o exercício profissional. Dentre os principais nomes, empresas jornalísticas, associações de classe (em especial FIESP, Abert, ANJ e ABI).
Objetivos
- Fazer uma discussão do assunto, enfocando de um lado o profissional de comunicação, do outro as grandes empresas, através de entrevistas com representantes de ambos os lados.
- Analisar os textos do Programa Nacional de Direitos Humanos 3 (PNDH-3), em especial a Diretriz 22, e dos artigos 220 a 224 da Constituição, que versam sobre o papel da comunicação na sociedade e a legislação pertinente. Aplicar para ambos os argumentos.
- Discutir a atuação do Conselho de Comunicação Social do Senado Federal, criado pela Lei 8389, de 1991, e instaurado em 2002.
- Considerar a atuação do Conselho de Autorregulamentação Publicitária (CONAR), organização não-governamental que define os parâmetros para a publicidade no país. Discutir a aplicação do caso no jornalismo.
Fontes Documentais
Programa Nacional de Direitos Humanos 3 (PNDH-3)
http://www.dhnet.org.br/dados/pp/a_pdf/pndh3_programa_nacional_direitos_humanos_3.pdf
Constituição da República Federativa do Brasil de 1988
http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/constituicao/constitui%C3%A7ao.htm
Lei n°8389/91, de 30 de dezembro de 1991
http://www.leidireto.com.br/lei-8389.html
Código do Conselho de Autorregulamentação Publicitária (CONAR)
http://www.conar.org.br/html/codigos/todos%20os%20capitulos.htm
Código de Ética dos Jornalistas Brasileiros
http://www.fenaj.org.br/federacao/cometica/codigo_de_etica_dos_jornalistas_brasileiros.pdf
Fontes Pessoais
Deputado Ivan Valente (PSOL-SP)
Gabinete – (61) 3215-5716
Intervozes – Coletivo Brasil de Comunicação Social
(11) 3877-0824 – intervozes@intervozes.com.br RJ: Olívia Bandeira de Melo Carvalho – (21) 8896-8996 – oliviabandeira@gmail.com
ANJ – Associação Nacional de Jornais
(61) 2103-7488 – anj@anj.org.br
FENAJ – Federação Nacional dos Jornalistas
(61) 3244-0650/0658 – fenaj@fenaj.org.br
ABI – Associação Brasileira de Imprensa
(21) 2282-2192
Abert – Associação Brasileira de Emissoras de Rádio e Televisão
(61) 2104-4600
Política e internet - campanha eleitoral
Esta matéria terá por objetivo observar uma nova forma de desenvolver a campanha eleitoral, por meio da internet.
A partir da eleição presidencial dos Estados Unidos em 2008, a internet, usada pela campanha do presidente eleito Barack Obama, se tornou uma ferramenta importante de comunicação com o eleitor, além de ser usada para arrecadação de recursos para a campanha.
No Brasil, para a eleição deste ano, muitos partidos já estão desenvolvendo projetos para suas campanhas na internet. Estão criando comitês próprios para cuidar deste instrumento, no qual atuam não só pela criação de sites próprios para os candidatos, como também os inserem em redes sociais (Orkut, Twitter, Facebook). As coordenações de campanha possuem os coordenadores específicos para a rede.
Assim, esta matéria buscará informar sobre esse novo cenário na realidade brasileira. Como se pode usar a internet durante uma eleição? Como isso ocorrerá na eleição brasileira deste ano? Pode-se comparar com o que ocorreu nos EUA? O que deve ser considerado em uma sociedade como a brasileira, na qual o número de domicílios conectados à rede ainda é bem menor do que os que possuem TV?
Também será abordada a questão da legislação brasileira em relação à campanha na internet: os limites, as restrições e a possibilidades.
Outro assunto que deve ser considerado é sobre a possibilidade de outros, além dos candidatos e das coordenações de campanha, usarem a internet para fazer campanha, seja contra ou a favor de algum candidato. Neste caso, temos os sites que fazem ataques diretos a certos candidatos, muitos sem autoria revelada. Um exemplo é a matéria publicada pela Folha de S. Paulo no dia 19 de abril, que mostra como militantes do PT e do PSDB já utilizam sites, blogs e enviam e-mails para desqualificar o candidato adversário.
Devem ser entrevistados especialistas no assunto – campanha eleitoral, internet, legislação eleitoral.
sábado, 24 de abril de 2010
As perspectivas do Jornalismo Digital no Brasil
A matéria será ilustrada com imagens da evolução do site do JB, o pioneiro no meio digital, de forma a demonstrar as mudanças sofridas ao longo do tempo, e de outros sites.
Possíveis entrevistas:
- Sergio Charlab, jornalista e escritor. Então editor de projetos especiais do Jornal do Brasil quando da criação do JB Online.
- Ariane Holzbach, professora de Jornalismo na Internet.
Um ano da queda do diploma de Jornalismo
No dia 17 de junho de 2009, nove ministros do STF decidiram, por oito votos a um, que o diploma de jornalista não seria mais obrigatório para se exercer a função. A justificativa principal para a decisão girava em torno do caráter repressivo e contra a liberdade de expressão que a Lei da Imprensa instituía, algo que seria retrógrado e condizente com a ditadura militar da época.
A queda do diploma gerou inúmeras discussões, principalmente por parte dos jornalistas, sobre quais seriam as principais conseqüências desse ato: o curso superior de jornalismo continuaria existindo? A procura pelo curso diminuiria significativamente? Os jornalistas formados teriam uma maior concorrência na hora de lutar por uma vaga de trabalho? As redações se encheriam de pessoas formadas em outros cursos? Os concursos públicos aceitariam, de fato, que uma pessoa de outra área concorresse a uma vaga para jornalista?
As discussões eram inconclusivas e baseadas em suposições. Somente o tempo poderia mostrar o que mudaria com a queda do diploma.
Essa matéria buscará, através de entrevistas com empresas de comunicação, jornalistas e pessoas da área, identificar a real situação do mercado de trabalho para o jornalista um ano após essa decisão. O principal objetivo será concluir se alguma coisa mudou e, se sim, o quê e porquê.
Possíveis entrevistas:
- Representantes de três empresas de comunicação para explicar de que forma a lei modificou a contratação de profissionais para o cargo de jornalista. Escolhi um impresso esportivo (Lance!), um meio televisivo jornalístico (Band) e a Rádio CBN.
- Representantes de dois órgãos públicos para explicar o que aconteceu na contratação através do concurso. Escolhi a Petrobrás e o Detran.
- Representante do MEC que possa falar da situação do curso de jornalismo após a decisão.
- Representante da FENAJ, Federação Nacional dos Jornalistas, para fazer um panorama prévio do que realmente aconteceu com a profissão um ano depois da queda do diploma.
Obs1: O Pedro Staite também tinha tido essa ideia como sugestão de pauta. Podemos dividir ou aumentar de alguma forma (acho que esse assunto garantiria muitas linhas para essa revista!).
Obs2: Estou tendo dificuldades para conversar com alguém da rádio CBN. Alguém teria um contato?
Por favor, opinem!
Em pauta: Entrevista Marcelo Tas
Estas questões inquietam o mundo da comunicação e não só de quem está entrando na profissão, neófitos aflitos, mas também dos veteranos que tem que se re – inventar e adequar o impresso, a televisão, e recentemente, a web.
Para discutir o papel do comunicador e um pouco da história do profissional nestes anos de modernização – mudanças no rádio e televisão incluídos – a revista de projetos experimentais vai entrevistar um dos jornalistas mais importantes e que se destaca nesta mudança, o comunicador multimedia Marcelo Tas.
Pensei em fazer uma introdução abordando a temática do novo mundo da comunicação, as tecnologias, o uso do twitter para noticiar e, principalmente, como fica o comunicador nesta história. O comunicador seria o mesmo aprimorado ou vários? E ele se confunde com cidadão comum que tem acesso aos novos meios de comunicação?
A matéria será uma entrevista com introdução e mini perfil, penso também em fazer um box para acompanhar com um jogo rápido de palavras e se possível no modelo twitter, com 140 caracteres.
Sugeri o Marcelo Tas pelo contexto, mas exatamente por ser a sugestão óbvia para este tema, pode ser igualmente inacessível. Então, pensei também no Pedro Dória, colunista de tecnologia da Folha de São Paulo e no Michel Melamed. O caso do Michel é, na verdade, um capricho meu. Ele não tem muito a ver com a temática jornalísitca, ele é um artista multimedia que estreou na semana passada um programa chamado Campões de Audiência no Canal Brasil. Apesar de não ser jornalista, ele não deixa de ser um comunicador. Ele tem um blog, usa o twitter, é poeta, escrito e ator e fez uma trilogia no teatro no ano passado, “Regurgitofagia”, “Dinheiro Grátis” e “Homemúsica” que abordavam um pouco essa temática existencialista do comportamento das pessoas com celular, consumo, informação e comunicação, ou seja, é uma alternativa diferente. Lembrando que a pauta pode sofrer alterações.
Gostaria que a turma e a professora sugerissem perguntas também, por favor.
P.S.: Estagiei no Observatório da Imprensa da TV Brasil e tenho contatos de vários comunicadores, pensadores e jornalistas antigos e novos – a maioria deles antigos, é verdade – mas se precisarem, é só falar.
quarta-feira, 21 de abril de 2010
Pautas da Revista
Peço desculpas por não ter postado antes as pautas. Para os que não estiveram na última aula (sexta-feira, 16 de abril de 2010), discutimos as possíveis matérias para a revista e foram apresentadas novas ideias. Também foram decididos os 4 eixos temáticos que vamos trabalhar na publicação:
O papel do comunicador em:
- Tecnologias;
- Problemáticas;
- Multifunção;
- Redes sociais (corrijam-me se estiver errado).
Foram sugeridas 20 pautas, das quais 12 já foram escolhidas em sala. Em parênteses, o autor da proposta e o repórter da matéria, respectivamente:
1 - As redes sociais e o futebol - ênfase na Copa do Mundo e nas fontes alternativas de informações não contempladas pela grande imprensa. (Igor/Igor)
2 - Política e Internet - discussão das campanhas dos candidatos às eleições de 2010, regulamentação do TSE e a possibilidade de textos apócrifos (Natália/Natália e Maria Luisa)
3 - O profissional multimídia - entrevista com Marcelo Tas (Mariana/Mariana)
4 - O humor e a campanha eleitoral - abordagem de programas como o "CQC", "Pânico na TV" e "Legionários" sobre o tema (Renata Sofia/Renata Sofia)
5 - O profissional de comunicação e a atividade além de suas habilitações - entrevistas com profissionais que trabalham em atribuições diferentes (Renata Sofia/Renata Sofia)
6 - Um ano sem a obrigatoriedade do diploma de jornalismo - mudanças nas universidades e no mercado de trabalho e observação de habilitações em que há ou não exigência de registro e/ou diploma (Daniela/Daniela)
7 - Autorregulação do jornalismo - opiniões contrárias e favoráveis à criação de um órgão externo ao exercício profissional para determinar a atividade ética do jornalismo. (Igor/Diego)
8 - Informação e Meio-Ambiente - os desafios das redações e das assessorias de imprensa para informar sobre as questões ambientais, em crescimento na relação social. (Isabella/Isabella)
9 - Comportamento do jornalista em situações de alta pressão - análise de casos polêmicos, tragédias e comportamentos ético e emocional (Maria de Fátima/A COMBINAR)
10 - Críticas de jornalistas dentro dos programas de televisão - opinião pessoal ou corporativa na apresentação do noticiário (Alexandra (?)/A COMBINAR)
11 - Mulheres em redutos masculinos da comunicação - presença no noticiário de esportes e polícia,além do papel ativo ou figurativo (Alexandra (?)/A COMBINAR)
12 - A assessoria de imprensa e o esporte olímpico - importância da comunicação organizacional para noticiar os fatos que ocorrem com atletas olímpicos de modalidades que não o futebol.(Fábio/Fábio)
13 - Seção de fotografia (Paulo/A COMBINAR)
14 - Gadgets e a comunicação (Paulo/Paulo)
15 - Seção de humor - charges, tirinhas, caricaturas, crônicas, etc.(Pedro Staite/A COMBINAR)
16 - Comunicação e Imagem - novas técnicas no uso publicitário e jornalístico. Debate sobre ética. (Paulo/Paulo)
17 - Evolução dos jornais na Internet - perspectivas para os grandes meios (Lailla/Lailla)
18 - Divulgação de Empresas na Internet - uso de redes sociais, agências internas de notícias e outras iniciativas para divulgação de ações e captação de novos consumidores. (Lailla/A COMBINAR)
19 - Sucesso de blogs de amadores - blogs de leigos que fornecem informação relevante ou opinião (Lailla/Verônica)
20 - Evolução de TV e Rádio - uso de sistemas digitais e maior interação com o espectador (Pedro Paulo/Pedro Paulo)
Sugiro aos que ainda não escolheram suas pautas que mudem esse post para que se mantenha atualizado. Qualquer nova suguestão pode ser incluída no post ou em comentário anexo.
Para terminar, tenho outra sugestão. Para padronizar as postagens do blog e tornar a leitura nossa e do leitor externo mais fácil e rápida, destaquem em negrito as informações mais importantes, além de colocar as retrancas nas tags para quando for necessário buscar determinado assunto postado.
Lembrando que as pautas montadas (com descrição e fontes documentais e pessoais) devem ser postadas até o dia 29 de abril (terça-feira).
No mais, é só tudo isso.
Abraços a todos!


