Se, na internet, o Jornalismo começa a tomar seu próprio formato, nas outras áreas do mundo digital a área reserva muitas surpresas. Na TV e Rádio digitais, novas ferramentas aproximarão ainda mais o Jornalista do leitor/espectador, já que a interatividade sofrerá expansão, o direcionamento da informação será ainda mais específico – alcançando seletos públicos alvo, e uma maneira ainda mais simples de comunicação será necessária.
Num passado não muito distante, Jornalistas se queixavam da multitarefa quando tinham que fazer uma matéria para o meio impresso e ainda ter que adaptá-la para a Internet. Agora, a multifunção será ainda maior: além da publicação na Internet, eles terão de atender às necessidades do público da TV Digital, transmitindo suas informações através de gadgets da DTVi, ou em drops informativos para os rádios digitais circulantes pelo país.
Mas os jornalistas não poderão se queixar. Se a previsão é de um aumento de funções, também deverá haver um aumento de oferta de trabalho. Grandes emissoras de TV já planejam a criação de canais específicos de notícias para celulares com TV Digital, os chamados canais 1-SEG, que terão programação distinta da TV aberta e com direcionamento específico para quem está nas ruas da cidade.
Além disso, com o apagão analógico, haverá uma oferta maior de espectro, dando espaço para que novas emissoras sejam criadas. Vale ressaltar que o espectro analógico do Rio está quase totalmente ocupado, não tendo espaço para novas emissoras. Com o apagão e a redistribuição de canais, novas empresas poderão iniciar suas atividades e isso poderá trazer mais postos de trabalho.
Nesta matéria, pretendo costurar as novas vias de comunicação com o adaptado formato de trabalho do jornalista e analisar as perspectivas de novas opções para estes comunicadores. Farei uma pequena explanação sobre as possibilidades dos dois meios e, com isso, tentarei desenhar o caminho do Jornalismo no Brasil.
Possíveis fontes: Representantes da ABRA e da ABERT, diretores de emissoras de TV e Rádio que já estejam testando a interatividade e professores com pesquisas na área.
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terça-feira, 27 de abril de 2010
Evolução de Rádio e TV
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sábado, 24 de abril de 2010
As perspectivas do Jornalismo Digital no Brasil
Apesar da prática do Jornalismo Digital no Brasil possuir 15 anos (o primeiro site jornalístico foi o JB Online, criado em 1995), este “gênero” ainda está se consolidando. No meio acadêmico é comum ouvir falar de três gerações de Jornalismo Digital no Brasil, mas há quem diga que já estamos na 4ª e temos muito a avançar.
A matéria será ilustrada com imagens da evolução do site do JB, o pioneiro no meio digital, de forma a demonstrar as mudanças sofridas ao longo do tempo, e de outros sites.
Possíveis entrevistas:
- Sergio Charlab, jornalista e escritor. Então editor de projetos especiais do Jornal do Brasil quando da criação do JB Online.
- Ariane Holzbach, professora de Jornalismo na Internet.
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