sexta-feira, 30 de abril de 2010

O sucesso de blogs de amadores

Blogs de leigos que fornecem informação relevante ou opinião

Com o desenvolvimento e a difusão do acesso às novas tecnologias e às mídias sociais, qualquer pessoa pode ser uma grande comunicadora, basta utilizar plataformas digitais e a internet para produzir e divulgar conteúdos próprios. Diante desta nova realidade, o jornalista deixa de ser o único produtor e difusor de informações, passando a conviver com a contribuição, e até mesmo concorrência, de pessoas comuns, amadoras.

Objetivo

Esta matéria pretende contextualizar essa nova realidade, analisando blogs famosos disseminadores de informação relevante ou opinião de pessoas sem formação jornalística. Para tal, abordaremos os fatores que possibilitaram a realidade dessa nova ferramenta com cunho jornalístico e sua atual dinâmica no meio. Iremos listar blogs e/ou sites de pessoas comuns que se dedicam a prática jornalística, simplesmente por gosto ou prazer. Podemos entrevistar algumas delas e procurar saber se esperavam o grande número de visitas ao site e se fizeram algo para se promoverem ou se o sucesso foi espontâneo. Entrevistaremos, também, um especialista no assunto para sabermos as perspectivas dessa prática e questionarmos sobre as conseqüências dessa realidade para o futuro dos jornalistas.


Possíveis entrevistas:

Blogueiros de sucesso;
Especialista no assunto

quinta-feira, 29 de abril de 2010

Divulgação de empresas na internet

COLEGAS,

NÃO CONSEGUI ALTERAR O POST DAS PAUTAS (NÃO APARECE A OPÇÃO DE EDITAR), ENTÃO, AQUI VAI A MINHA , SUGERIDA PELA LAILLA.

UM ABRAÇO.


Muitas empresas estão vendo nas redes sociais um campo de inúmeras possibilidades de estratégias em comunicação e um instrumento para orientação das decisões de consumo. Por meio de links patrocinados, posts pagos e ações via Twitter, Orkut e Facebook , o uso da internet como ferramenta de ações de marketing, publicidade e assessoria de imprensa tornou-se item fundamental da pauta de qualquer empresa que busque posicionamento e manutenção de sua imagem no mercado.

Neste cenário marcado pelo hibridismo de linguagens e formatos que é a internet, é preciso adotar abordagens corretas que atendam às especificidades destes novos meios, sob a pena de cometerem danos irreparáveis junto aos clientes. Dessa forma, o objetivo da matéria é mostrar o que pensam especialistas que atuam nesta área, com dicas, cases de sucesso e experiências mal sucedidas na web.

Entrevistas:

Adriano Lopes (publicitário) >> gerente de marketing das Lojas Americanas;
Adriana Castelo Branco (jornalista) >> assessora de imprensa da Oi;
Igor Fidälgo (jornalista) >> consultor de imagem da loja ViaFlores e da marca Foxton;
Marina Zveibil (jornalista) >> assessora de imprensa da Apple no Brasil;
Dora Kaufman >> ex-diretora da AgênciaClick
Renata Victal (jornalista) >> trabalha na Assessoria de Comunicação da Petrobras
Paula de Paula >> assessora de imprensa da Fundição Progresso
Tina Adnet >> gerente de marketing do Barra Shopping

quarta-feira, 28 de abril de 2010

Blog de Jornalismo e Tecnologia

Pessoal, quero compartilhar com vocês o blog 10,000 Words (Where journalism and technology meet).
Nele encontrei muitos assuntos que pretendemos abordar na nossa revista, como mídias sociais, jornalistas multimídias, plataformas digitais etc.
Além disso, tem um post recente que achei interessante para nós que estamos terminando a faculdade. O título é mais ou menos esse: "8 coisas que estudantes de jornalismo precisam fazer antes de se graduar".
O site é em inglês.

terça-feira, 27 de abril de 2010

Evolução de Rádio e TV

Se, na internet, o Jornalismo começa a tomar seu próprio formato, nas outras áreas do mundo digital a área reserva muitas surpresas. Na TV e Rádio digitais, novas ferramentas aproximarão ainda mais o Jornalista do leitor/espectador, já que a interatividade sofrerá expansão, o direcionamento da informação será ainda mais específico – alcançando seletos públicos alvo, e uma maneira ainda mais simples de comunicação será necessária.

Num passado não muito distante, Jornalistas se queixavam da multitarefa quando tinham que fazer uma matéria para o meio impresso e ainda ter que adaptá-la para a Internet. Agora, a multifunção será ainda maior: além da publicação na Internet, eles terão de atender às necessidades do público da TV Digital, transmitindo suas informações através de gadgets da DTVi, ou em drops informativos para os rádios digitais circulantes pelo país.

Mas os jornalistas não poderão se queixar. Se a previsão é de um aumento de funções, também deverá haver um aumento de oferta de trabalho. Grandes emissoras de TV já planejam a criação de canais específicos de notícias para celulares com TV Digital, os chamados canais 1-SEG, que terão programação distinta da TV aberta e com direcionamento específico para quem está nas ruas da cidade.

Além disso, com o apagão analógico, haverá uma oferta maior de espectro, dando espaço para que novas emissoras sejam criadas. Vale ressaltar que o espectro analógico do Rio está quase totalmente ocupado, não tendo espaço para novas emissoras. Com o apagão e a redistribuição de canais, novas empresas poderão iniciar suas atividades e isso poderá trazer mais postos de trabalho.

Nesta matéria, pretendo costurar as novas vias de comunicação com o adaptado formato de trabalho do jornalista e analisar as perspectivas de novas opções para estes comunicadores. Farei uma pequena explanação sobre as possibilidades dos dois meios e, com isso, tentarei desenhar o caminho do Jornalismo no Brasil.


Possíveis fontes: Representantes da ABRA e da ABERT, diretores de emissoras de TV e Rádio que já estejam testando a interatividade e professores com pesquisas na área.

Autorregulação do Jornalismo

Qualquer dúvida ou sugestão, podem comentar em seguida.

Abs.


Descrição

Uma das principais críticas ao jornalismo é a falta de um instrumento complementar ao código de ética que regule o exercício da atividade profissional e principalmente a atuação das empresas jornalísticas. Os principais defensores dessa corrente são movimentos sociais, entidades ligadas aos direitos humanos e organizações que pregam a democratização e desconcentração dos meios de comunicação, além da base do atual governo federal.

Do outro lado, os que advogam pela liberdade total de imprensa, fazendo com que apenas o código de ética jornalística tenha valor regulatório para o exercício profissional. Dentre os principais nomes, empresas jornalísticas, associações de classe (em especial FIESP, Abert, ANJ e ABI).

Objetivos

- Fazer uma discussão do assunto, enfocando de um lado o profissional de comunicação, do outro as grandes empresas, através de entrevistas com representantes de ambos os lados.

- Analisar os textos do Programa Nacional de Direitos Humanos 3 (PNDH-3), em especial a Diretriz 22, e dos artigos 220 a 224 da Constituição, que versam sobre o papel da comunicação na sociedade e a legislação pertinente. Aplicar para ambos os argumentos.

- Discutir a atuação do Conselho de Comunicação Social do Senado Federal, criado pela Lei 8389, de 1991, e instaurado em 2002.

- Considerar a atuação do Conselho de Autorregulamentação Publicitária (CONAR), organização não-governamental que define os parâmetros para a publicidade no país. Discutir a aplicação do caso no jornalismo.

Fontes Documentais

Programa Nacional de Direitos Humanos 3 (PNDH-3)

http://www.dhnet.org.br/dados/pp/a_pdf/pndh3_programa_nacional_direitos_humanos_3.pdf

Constituição da República Federativa do Brasil de 1988

http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/constituicao/constitui%C3%A7ao.htm

Lei n°8389/91, de 30 de dezembro de 1991

http://www.leidireto.com.br/lei-8389.html

Código do Conselho de Autorregulamentação Publicitária (CONAR)

http://www.conar.org.br/html/codigos/todos%20os%20capitulos.htm

Código de Ética dos Jornalistas Brasileiros

http://www.fenaj.org.br/federacao/cometica/codigo_de_etica_dos_jornalistas_brasileiros.pdf

Fontes Pessoais

Deputado Ivan Valente (PSOL-SP)

Gabinete – (61) 3215-5716

Intervozes – Coletivo Brasil de Comunicação Social

(11) 3877-0824 – intervozes@intervozes.com.br RJ: Olívia Bandeira de Melo Carvalho – (21) 8896-8996 – oliviabandeira@gmail.com

ANJ – Associação Nacional de Jornais

(61) 2103-7488 – anj@anj.org.br

FENAJ – Federação Nacional dos Jornalistas

(61) 3244-0650/0658 – fenaj@fenaj.org.br

ABI – Associação Brasileira de Imprensa

(21) 2282-2192

Abert – Associação Brasileira de Emissoras de Rádio e Televisão

(61) 2104-4600

Política e internet - campanha eleitoral

Esta matéria terá por objetivo observar uma nova forma de desenvolver a campanha eleitoral, por meio da internet.

A partir da eleição presidencial dos Estados Unidos em 2008, a internet, usada pela campanha do presidente eleito Barack Obama, se tornou uma ferramenta importante de comunicação com o eleitor, além de ser usada para arrecadação de recursos para a campanha.

No Brasil, para a eleição deste ano, muitos partidos já estão desenvolvendo projetos para suas campanhas na internet. Estão criando comitês próprios para cuidar deste instrumento, no qual atuam não só pela criação de sites próprios para os candidatos, como também os inserem em redes sociais (Orkut, Twitter, Facebook). As coordenações de campanha possuem os coordenadores específicos para a rede.

Assim, esta matéria buscará informar sobre esse novo cenário na realidade brasileira. Como se pode usar a internet durante uma eleição? Como isso ocorrerá na eleição brasileira deste ano? Pode-se comparar com o que ocorreu nos EUA? O que deve ser considerado em uma sociedade como a brasileira, na qual o número de domicílios conectados à rede ainda é bem menor do que os que possuem TV?

Também será abordada a questão da legislação brasileira em relação à campanha na internet: os limites, as restrições e a possibilidades.

Outro assunto que deve ser considerado é sobre a possibilidade de outros, além dos candidatos e das coordenações de campanha, usarem a internet para fazer campanha, seja contra ou a favor de algum candidato. Neste caso, temos os sites que fazem ataques diretos a certos candidatos, muitos sem autoria revelada. Um exemplo é a matéria publicada pela Folha de S. Paulo no dia 19 de abril, que mostra como militantes do PT e do PSDB já utilizam sites, blogs e enviam e-mails para desqualificar o candidato adversário.

Devem ser entrevistados especialistas no assunto – campanha eleitoral, internet, legislação eleitoral.

sábado, 24 de abril de 2010

As perspectivas do Jornalismo Digital no Brasil

Apesar da prática do Jornalismo Digital no Brasil possuir 15 anos (o primeiro site jornalístico foi o JB Online, criado em 1995), este “gênero” ainda está se consolidando. No meio acadêmico é comum ouvir falar de três gerações de Jornalismo Digital no Brasil, mas há quem diga que já estamos na 4ª e temos muito a avançar.

Esta matéria irá fazer um breve histórico do Jornalismo Digital no Brasil, pontuando as características mais marcantes das fases pelas quais passou para chegar ao que é hoje. Faremos também uma comparação de sites de notícias dos principais jornais originalmente impressos com jornais criados exclusivamente para a internet, abordando as atuais diferenças de linguagens e formatos e as novas tendências deste gênero. Iremos, por fim, pesquisar as perspectivas para os próximos anos, a fim de, não só preparar os futuros jornalistas, mas também de orientar a todos que buscam se informar pela internet.
A matéria será ilustrada com imagens da evolução do site do JB, o pioneiro no meio digital, de forma a demonstrar as mudanças sofridas ao longo do tempo, e de outros sites.

Possíveis entrevistas:
- Sergio Charlab, jornalista e escritor. Então editor de projetos especiais do Jornal do Brasil quando da criação do JB Online.
- Ariane Holzbach, professora de Jornalismo na Internet.

Um ano da queda do diploma de Jornalismo

Vamos fazer uma matéria sobre os resultados práticos decorrentes da queda do diploma de jornalismo que podemos observar hoje, aproximadamente um ano após a decisão do Supremo Tribunal Federal.

No dia 17 de junho de 2009, nove ministros do STF decidiram, por oito votos a um, que o diploma de jornalista não seria mais obrigatório para se exercer a função. A justificativa principal para a decisão girava em torno do caráter repressivo e contra a liberdade de expressão que a Lei da Imprensa instituía, algo que seria retrógrado e condizente com a ditadura militar da época.

A queda do diploma gerou inúmeras discussões, principalmente por parte dos jornalistas, sobre quais seriam as principais conseqüências desse ato: o curso superior de jornalismo continuaria existindo? A procura pelo curso diminuiria significativamente? Os jornalistas formados teriam uma maior concorrência na hora de lutar por uma vaga de trabalho? As redações se encheriam de pessoas formadas em outros cursos? Os concursos públicos aceitariam, de fato, que uma pessoa de outra área concorresse a uma vaga para jornalista?
As discussões eram inconclusivas e baseadas em suposições. Somente o tempo poderia mostrar o que mudaria com a queda do diploma.

Essa matéria buscará, através de entrevistas com empresas de comunicação, jornalistas e pessoas da área, identificar a real situação do mercado de trabalho para o jornalista um ano após essa decisão. O principal objetivo será concluir se alguma coisa mudou e, se sim, o quê e porquê.

Possíveis entrevistas:

- Representantes de três empresas de comunicação para explicar de que forma a lei modificou a contratação de profissionais para o cargo de jornalista. Escolhi um impresso esportivo (Lance!), um meio televisivo jornalístico (Band) e a Rádio CBN.
- Representantes de dois órgãos públicos para explicar o que aconteceu na contratação através do concurso. Escolhi a Petrobrás e o Detran.
- Representante do MEC que possa falar da situação do curso de jornalismo após a decisão.
- Representante da FENAJ, Federação Nacional dos Jornalistas, para fazer um panorama prévio do que realmente aconteceu com a profissão um ano depois da queda do diploma.

Obs1: O Pedro Staite também tinha tido essa ideia como sugestão de pauta. Podemos dividir ou aumentar de alguma forma (acho que esse assunto garantiria muitas linhas para essa revista!).
Obs2: Estou tendo dificuldades para conversar com alguém da rádio CBN. Alguém teria um contato?

Por favor, opinem!

Em pauta: Entrevista Marcelo Tas

Quem é o comunicador? Quem comunica o quê e qual é o lead? Por que nós comunicamos onde é possível – no meio - como? Falando com linguagem (s).

Estas questões inquietam o mundo da comunicação e não só de quem está entrando na profissão, neófitos aflitos, mas também dos veteranos que tem que se re – inventar e adequar o impresso, a televisão, e recentemente, a web.

Para discutir o papel do comunicador e um pouco da história do profissional nestes anos de modernização – mudanças no rádio e televisão incluídos – a revista de projetos experimentais vai entrevistar um dos jornalistas mais importantes e que se destaca nesta mudança, o comunicador multimedia Marcelo Tas.

Pensei em fazer uma introdução abordando a temática do novo mundo da comunicação, as tecnologias, o uso do twitter para noticiar e, principalmente, como fica o comunicador nesta história. O comunicador seria o mesmo aprimorado ou vários? E ele se confunde com cidadão comum que tem acesso aos novos meios de comunicação?

A matéria será uma entrevista com introdução e mini perfil, penso também em fazer um box para acompanhar com um jogo rápido de palavras e se possível no modelo twitter, com 140 caracteres.Sugeri o Marcelo Tas pelo contexto, mas exatamente por ser a sugestão óbvia para este tema, pode ser igualmente inacessível. Então, pensei também no Pedro Dória, colunista de tecnologia da Folha de São Paulo e no Michel Melamed. O caso do Michel é, na verdade, um capricho meu. Ele não tem muito a ver com a temática jornalísitca, ele é um artista multimedia que estreou na semana passada um programa chamado Campões de Audiência no Canal Brasil. Apesar de não ser jornalista, ele não deixa de ser um comunicador. Ele tem um blog, usa o twitter, é poeta, escrito e ator e fez uma trilogia no teatro no ano passado, “Regurgitofagia”, “Dinheiro Grátis” e “Homemúsica” que abordavam um pouco essa temática existencialista do comportamento das pessoas com celular, consumo, informação e comunicação, ou seja, é uma alternativa diferente. Lembrando que a pauta pode sofrer alterações.

Gostaria que a turma e a professora sugerissem perguntas também, por favor.


P.S.: Estagiei no Observatório da Imprensa da TV Brasil e tenho contatos de vários comunicadores, pensadores e jornalistas antigos e novos – a maioria deles antigos, é verdade – mas se precisarem, é só falar.

quarta-feira, 21 de abril de 2010

Pautas da Revista

Estimados colegas,

Peço desculpas por não ter postado antes as pautas. Para os que não estiveram na última aula (sexta-feira, 16 de abril de 2010), discutimos as possíveis matérias para a revista e foram apresentadas novas ideias. Também foram decididos os 4 eixos temáticos que vamos trabalhar na publicação:

O papel do comunicador em:

- Tecnologias;
- Problemáticas;
- Multifunção;
- Redes sociais (corrijam-me se estiver errado).

Foram sugeridas 20 pautas, das quais 12 já foram escolhidas em sala. Em parênteses, o autor da proposta e o repórter da matéria, respectivamente:

1 - As redes sociais e o futebol - ênfase na Copa do Mundo e nas fontes alternativas de informações não contempladas pela grande imprensa. (Igor/Igor)

2 - Política e Internet - discussão das campanhas dos candidatos às eleições de 2010, regulamentação do TSE e a possibilidade de textos apócrifos (Natália/Natália e Maria Luisa)

3 - O profissional multimídia - entrevista com Marcelo Tas (Mariana/Mariana)

4 - O humor e a campanha eleitoral - abordagem de programas como o "CQC", "Pânico na TV" e "Legionários" sobre o tema (Renata Sofia/Renata Sofia)

5 - O profissional de comunicação e a atividade além de suas habilitações - entrevistas com profissionais que trabalham em atribuições diferentes (Renata Sofia/Renata Sofia)

6 - Um ano sem a obrigatoriedade do diploma de jornalismo - mudanças nas universidades e no mercado de trabalho e observação de habilitações em que há ou não exigência de registro e/ou diploma (Daniela/Daniela)

7 - Autorregulação do jornalismo - opiniões contrárias e favoráveis à criação de um órgão externo ao exercício profissional para determinar a atividade ética do jornalismo. (Igor/Diego)

8 - Informação e Meio-Ambiente - os desafios das redações e das assessorias de imprensa para informar sobre as questões ambientais, em crescimento na relação social. (Isabella/Isabella)

9 - Comportamento do jornalista em situações de alta pressão - análise de casos polêmicos, tragédias e comportamentos ético e emocional (Maria de Fátima/A COMBINAR)

10 - Críticas de jornalistas dentro dos programas de televisão - opinião pessoal ou corporativa na apresentação do noticiário (Alexandra (?)/A COMBINAR)

11 - Mulheres em redutos masculinos da comunicação - presença no noticiário de esportes e polícia,além do papel ativo ou figurativo (Alexandra (?)/A COMBINAR)

12 - A assessoria de imprensa e o esporte olímpico - importância da comunicação organizacional para noticiar os fatos que ocorrem com atletas olímpicos de modalidades que não o futebol.(Fábio/Fábio)

13 - Seção de fotografia (Paulo/A COMBINAR)

14 - Gadgets e a comunicação (Paulo/Paulo)

15 - Seção de humor - charges, tirinhas, caricaturas, crônicas, etc.(Pedro Staite/A COMBINAR)

16 - Comunicação e Imagem - novas técnicas no uso publicitário e jornalístico. Debate sobre ética. (Paulo/Paulo)

17 - Evolução dos jornais na Internet - perspectivas para os grandes meios (Lailla/Lailla)

18 - Divulgação de Empresas na Internet - uso de redes sociais, agências internas de notícias e outras iniciativas para divulgação de ações e captação de novos consumidores. (Lailla/A COMBINAR)

19 - Sucesso de blogs de amadores - blogs de leigos que fornecem informação relevante ou opinião (Lailla/Verônica)

20 - Evolução de TV e Rádio - uso de sistemas digitais e maior interação com o espectador (Pedro Paulo/Pedro Paulo)

Sugiro aos que ainda não escolheram suas pautas que mudem esse post para que se mantenha atualizado. Qualquer nova suguestão pode ser incluída no post ou em comentário anexo.


Para terminar, tenho outra sugestão. Para padronizar as postagens do blog e tornar a leitura nossa e do leitor externo mais fácil e rápida, destaquem em negrito as informações mais importantes, além de colocar as retrancas nas tags para quando for necessário buscar determinado assunto postado.

Lembrando que as pautas montadas (com descrição e fontes documentais e pessoais) devem ser postadas até o dia 29 de abril (terça-feira).

No mais, é só tudo isso.

Abraços a todos!



Olá amigcos co-autores do blog!

Fiz uma tirinha. É tosca, mas é só para dar uma animada no blog.

(se você clicar nela abre em um tamanho legível)

Beijos a todos.

quarta-feira, 14 de abril de 2010

Nome da Revista

Olá, turma!

Já definimos tema, formato, papel e até pauta já debatemos. Mas, ainda nos falta um nome, uma palavra que nos chame, um título para chamar de nosso.

Fiz um formulário para que além de votar também possamos ter a opção de sugerir outro nome e justificar nosso voto.

Para quem quiser ver o andamento das respostas é só acessar esse link

Bem, chega de papo furado, vamos à enquete

sexta-feira, 9 de abril de 2010

Assuntos abordados em 09/04/10

Olá, galera!
Então, a aula de hoje foi bem produtiva. Tudo bem que não fechamos nada ainda. Mas já temos dois formatos para nossa revista que iremos decidir na próxima aula. Além disso, exploramos algumas ideias para as possíveis pautas e nomes para a revista.
Quarta-feira(14) iremos, sem falta, definir o formato e o nome da nossa "magazine". Todavia, para isso, precisamos que boa parte da turma esteja presente. Tal presença é fundamental para que pulemos para a próxima etapa.
A professora Patrícia Iorio pediu que vocês dessem opiniões ou votassem a respeito dos seguintes conteúdos:

- FORMATOS:
A nossa revista seria do tipo:
1) "Revista", do jornal O Globo - metragem: 23,5cmx28cm
2) quadrado(como a professora tinha sugerido na última aula) - metragem: 21cmx23,5cm
Como seria ou será a revista:
- grampeada, sem lombada;
- 50 páginas (pode ser discutido o número);
- miolo em papel couchê matte( sem brilho), 90g/m2;
- capa em papel couchê com brilho, quatro cores, 1200g/m2 ou 150g/m2;
- impressão em quatro cores (capa e miolo) - a partir de chapa( sem fotolito);
- até 1000 exemplares
FUNDAMENTAL: Para que tudo isso se concretize e saia do plano da ideias precisamos correr atrás de PATROCINADORES! Mas isso tem que ser para ontem! O tempo urge e ainda temos muitas coisas para fazer.

- NOME DA REVISTA
Alguns nomes foram sugeridos. Eis aí:
- Mídia
- Target
- Mergulho
- Desafio
- Porta Voz
- Púlpito
- Panorama
- Em Pauta
- Foco
- Em Questão
- Eco
- C
Patrícia Iorio pediu aos ausentes que deem suas colaborações para o nome da revista. Quem quiser votar, dar alguma sugestão sobre os assuntos abordados fique à vontade. Não esquecendo, por favor, de justificar seu voto.
É isso, galera!

terça-feira, 6 de abril de 2010

Mais tempo para sugestões

Com as chuvas que inundam a cidade, ainda não será nesta quarta que nos reuniremos para decidir o ponto de partida do projeto da revista. Até sexta, vocês terão mais tempo para pensar em sugestão de nomes para a revista e na delimitação da linha editorial. Chegar na hora e com as tarefas em dia é fundamental para começarmos a trabalhar no projeto! Conto com vocês.