Introdução
A condição de subordinação da mulher pelo homem foi construída historicamente nas práticas culturais e nas instituições. Apesar dessa dominação, em quase todos os setores da economia o trabalho feminino já foi incorporados e aceito com razoável naturalidade. Entretanto, em algumas áreas, as mulheres ainda encontram dificuldades de inserção e ascensão profissional.
Objetivo
Esta matéria visa abordar os fatores que levaram à mudanças desse conceito. Para isso vamos buscar exemplo de mulheres que venceram o preconceito e estão com tudo no mercado de trabalho.
Possíveis entrevistadas
Mariana Becker - Fórmula 1?
Thayssa Bravo - CBN
Andréia Marcie(maria chuteira)- Rádio Globo
Repórter da área policial ?
Sugestões e possíveis contatos é só postarem.
terça-feira, 4 de maio de 2010
Pauta - Comportamento do jornalista por detrás das câmeras
O objetivo dessa matéria é identificar que tipos de sentimentos o jornalista sente em situações que fogem do seu cotidiano de trabalho. É lógico que, o jornalista tem que estar preparado para quaisquer intervenções durante o dia. Todavia, como ele se depara em uma circunstância de tragédia, de caos, de violência?
Que tipos de sentimentos esses profissionais sentem quando estão no meio de uma guerra entre polícia e bandidos? Medo, euforia, adrenalina a mil, etc?
E quando ocorre uma tragédia em que dezenas de pessoas morrem? Será que tem como ser "indiferente" a tudo que aconteceu?Afinal, amanhã é um novo dia e todos os dias acontecem alguma coisa de diferente, independente se tiveram mortes ou não. Por que em alguns casos o lado emocional fala mais alto? E em que situações isso acontece?
O que essas experiências trazem para suas vidas?Mais humanos ou os mesmos de sempre?
Em frente à câmera não há um momento para que esse profissional demonstre seus sentimentos em relação à determinada situação. Mas o que acontece com eles por detrás das câmeras?
Será que o jornalista é um ser frio e sem sentimentos como muitos(os próprios profissionais da área e o telespectador, já que os últimos só veem o que a mídia mostra) pensam?
Para que todas essas questões sejam respondidas terei como objetivo entrevistar alguns profissionais que já passaram por uma situação de alta pressão e buscar artigos ou livros que abordem tal assunto.
Que tipos de sentimentos esses profissionais sentem quando estão no meio de uma guerra entre polícia e bandidos? Medo, euforia, adrenalina a mil, etc?
E quando ocorre uma tragédia em que dezenas de pessoas morrem? Será que tem como ser "indiferente" a tudo que aconteceu?Afinal, amanhã é um novo dia e todos os dias acontecem alguma coisa de diferente, independente se tiveram mortes ou não. Por que em alguns casos o lado emocional fala mais alto? E em que situações isso acontece?
O que essas experiências trazem para suas vidas?Mais humanos ou os mesmos de sempre?
Em frente à câmera não há um momento para que esse profissional demonstre seus sentimentos em relação à determinada situação. Mas o que acontece com eles por detrás das câmeras?
Será que o jornalista é um ser frio e sem sentimentos como muitos(os próprios profissionais da área e o telespectador, já que os últimos só veem o que a mídia mostra) pensam?
Para que todas essas questões sejam respondidas terei como objetivo entrevistar alguns profissionais que já passaram por uma situação de alta pressão e buscar artigos ou livros que abordem tal assunto.
segunda-feira, 3 de maio de 2010
Pauta - Gadgets e a comunicação
Ipad, Ipod, Iphone, tablets, netbooks, wi-fi, 3G, Kindle, touchscreen... Os recentes lançamentos da indústria de tecnologia deixa claro: a mobilidade é o futuro. Jornais podem ser acessados por celulares, canais de TV assistidos, revistas, livros etc. Àquele computador de mesa antigo pode-se dar adeus.
Mas de que forma o conteúdo vem sendo produzido para essas novas plataformas, tão pequenas, com no máximo 10 polegadas? Quem produz esse conteúdo e como ele pode ser produzido? Será que a industria do jornalismo vem se preparando para essa questão, juntamente com o marketing?
Podemos entrar em contato com o Globo que é o jornal mais adaptado, no Rio de Janeiro, à essas novas tecnologias, já que ele já lançou conteúdo exclusivo para Ipad, apesar do equipamento nem ter desembarcado no Brasil ainda. Podemos também entrar em contato com o Bradesco, que tem um Internet Banking todo feito para Iphone. Além disso, podemos falar com editoras sobre a venda de livros eletrônicas, o que elas esperam disso?
Mas de que forma o conteúdo vem sendo produzido para essas novas plataformas, tão pequenas, com no máximo 10 polegadas? Quem produz esse conteúdo e como ele pode ser produzido? Será que a industria do jornalismo vem se preparando para essa questão, juntamente com o marketing?
Podemos entrar em contato com o Globo que é o jornal mais adaptado, no Rio de Janeiro, à essas novas tecnologias, já que ele já lançou conteúdo exclusivo para Ipad, apesar do equipamento nem ter desembarcado no Brasil ainda. Podemos também entrar em contato com o Bradesco, que tem um Internet Banking todo feito para Iphone. Além disso, podemos falar com editoras sobre a venda de livros eletrônicas, o que elas esperam disso?
Pauta - O uso de editores de imagem - o Photoshop
O Photoshop é o editor de imagens mais conhecido do mundo. Designers, fotógrafos profissionais, fotógrafos amadores, todos que se interessam minimamente pelo assunto já obtiveram algum contato com o produto. Entretanto, enquantos os engenheiros da Abobe, firma que detém os direitos do produto, aprimoram o programa lançando mais e mais ferramentas que escondem imperfeições de fotos e manipulam a imagem, a discussão sobre até onde a fotografia ainda é respeitada como fonte de informação aumenta calorosamente.
O que os publicitários pensam do uso dele? E os jornalistas? E os fotógrafos da época do filme?
Podemos entrevistar esses profissionais e tentar uma entrevista, nem que seja via email, com a Adobe, para falar sobre o desenvolvimento do produto e para que tipo de mercado ele é vendido primordialmente, além de outras questões, como o uso de chaves falsas.
Temos também o caso recente da Ralph Lauren que publicou páginas de propagandas em revistas norte-americanas com as já magras modelos ainda mais reduzidas pelo programa, que simplismente ficaram toscas.
O que os publicitários pensam do uso dele? E os jornalistas? E os fotógrafos da época do filme?
Podemos entrevistar esses profissionais e tentar uma entrevista, nem que seja via email, com a Adobe, para falar sobre o desenvolvimento do produto e para que tipo de mercado ele é vendido primordialmente, além de outras questões, como o uso de chaves falsas.
Temos também o caso recente da Ralph Lauren que publicou páginas de propagandas em revistas norte-americanas com as já magras modelos ainda mais reduzidas pelo programa, que simplismente ficaram toscas.
Pauta - Seção de fotografia
A ideia é ter uma área destinada a fotografias do blog. Como nada mais concreto tinha surgido até então, foi discutido na aula a possibilidade de o tema ser a cidade do Rio de Janeiro, e mais, utilizar as fotografias feitas durante o curso de Foto II.
Portanto, cada aluno, cada grupo da época, deve entregar 4 ou 5 fotos sobre o trabalho realizado para o professor Ricardo de Hollanda sobre o Rio de Janeiro. Eu tinha pensado em publicar essas fotos então aqui no site, para que houvesse uma votação, mas creio que isso pode gerar alguma confusão, como votos no próprio trabalho. Pensei então em perguntar ao professor Hollanda se ele pode escolher as melhores fotos segundo os critérios dele de imagem. O que vocês acham?
É isso, creio que vai ser uma parte da revista que vai dar um respiro entre as matérias. Pensei também em colocarmos um editorial no início ou final da revista falando sobre esse ensaio.
Portanto, cada aluno, cada grupo da época, deve entregar 4 ou 5 fotos sobre o trabalho realizado para o professor Ricardo de Hollanda sobre o Rio de Janeiro. Eu tinha pensado em publicar essas fotos então aqui no site, para que houvesse uma votação, mas creio que isso pode gerar alguma confusão, como votos no próprio trabalho. Pensei então em perguntar ao professor Hollanda se ele pode escolher as melhores fotos segundo os critérios dele de imagem. O que vocês acham?
É isso, creio que vai ser uma parte da revista que vai dar um respiro entre as matérias. Pensei também em colocarmos um editorial no início ou final da revista falando sobre esse ensaio.
domingo, 2 de maio de 2010
O nome do projeto
A pior coisa de fazer uma revista, um blog, uma banda, uma festa ou qualquer coisa que tenha nome, é justamente inventar esse nome. Se nomear um filho fosse difícil da mesma forma, acho que o mundo teria, estourando, uns 500 milhões de habitantes nomeados (300 milhões só na China, porque eles são maioria em qualquer coisa, menos na altura dos olhos e no comprimento dos... bem... é... dos sapatos). Os outros habitantes seriam chamados de “psiu!”, “hey!” ou “ô fera!” de acordo com cada língua. Muitos projetos param no meio do caminho por causa de um vazio mental que dá na hora de colocar algo que parece tão simples. Fica a impressão de que tudo já foi inventado na vida e só sobraram nomes como “sovaco podre”, “pinto de boi” ou “frango órfão” para nomear nossos planos.
Na sala de aula, alguns alunos deram sugestões para nomes. Milagrosamente todos são mais legais do que “Sovaco podre”, e alguns são realmente interessantes. Tanto foi, que chegou a ocorrer um pequeno salamaleco no meio da aula, porque no final, dispúnhamos de mais de uma alcunha.
Nessa hora é preciso ter desapego. Darwin sabe muito bem que somos seres absolutamente adaptáveis: se conseguimos sobreviver (e ficar bem) sem o ex-affair, se nos resignamos quando nosso candidato favorito não ganha a eleição, é mais do que certo que o nome escolhido será bem assimilado por parte de quem não o preferiu. Se não assimilar, está fora do projeto. Mentira, está dentro, precisamos encher uma revista, não vai ser tão simples.
Sobre os nomes em questão
Depois de uma peneira, sobraram os seguintes:
• Inquietos
• Babel
• Horizonte
• Olhares
• Desafio
• C
• Caôs (ou Caos, não entendi)
Você tem alguma preferência?
Na sala de aula, alguns alunos deram sugestões para nomes. Milagrosamente todos são mais legais do que “Sovaco podre”, e alguns são realmente interessantes. Tanto foi, que chegou a ocorrer um pequeno salamaleco no meio da aula, porque no final, dispúnhamos de mais de uma alcunha.
Nessa hora é preciso ter desapego. Darwin sabe muito bem que somos seres absolutamente adaptáveis: se conseguimos sobreviver (e ficar bem) sem o ex-affair, se nos resignamos quando nosso candidato favorito não ganha a eleição, é mais do que certo que o nome escolhido será bem assimilado por parte de quem não o preferiu. Se não assimilar, está fora do projeto. Mentira, está dentro, precisamos encher uma revista, não vai ser tão simples.
Sobre os nomes em questão
Depois de uma peneira, sobraram os seguintes:
• Inquietos
• Babel
• Horizonte
• Olhares
• Desafio
• C
• Caôs (ou Caos, não entendi)
Você tem alguma preferência?
sábado, 1 de maio de 2010
Fotos do Rio de Janeiro
Galera
Na aula de sexta surgiu uma idéia interessante para a revista.
A idéia é fazer uma seção de fotos da cidade usando o material dos nossos trabalhos de Fotojornalismo 1. Como todos foram sobre lugares do Rio, e quase todos sobre o centro, dá pra fazer uma bela edição de fotos com 4 ou 5 de cada grupo.
Outra idéia era pedir ao Prof. Ricardo de Hollanda, que nos orientou, para que ele fale sobre a fotografia como registro da cidade e do cotidiano e etc, em um artigo.
O que vocês acham?
Assinar:
Postagens (Atom)