
Refiz a capa! =)
Meu voto vai para a última fonte. Entretanto também gostei da penúltima e antepenúltima. Por isso tive uma ideia: será que a gente deve diferenciar as fontes do título de acordo com a matéria e se a matéria pedir esse tipo de mudança? Por exemplo: nesse título de jornalismo digital, creio que a antepenúltima fonte encaixe bem.O objetivo é descrever a feitura de matérias fantasiosas em jornais de humor. Existem dois emblemáticos: “Piauí Herald”, que figura em algumas páginas da revista Piauí e que virou blog. O outro é “O Sensacionalista”, feito por quatro profissionais de comunicação. Ambos “inventam” notícias absurdas geralmente a partir de um fato real. Vou deixar os links para vocês verem o que eles falam sobre a convocação da seleção brasileira, o assunto mais palpitante do dia.
Aconteceu algo curioso com O Sensacionalista. Eles divulgaram uma notícia humorística dizendo que uma mulher havia ficado grávida ao ver um filme pornô 3D. O elemento absurdo da questão é que essa matéria foi replicada em vários sites, inclusive no exterior, como se fosse real. Um exemplo é o Gizmodo, um dos maiores blogs do mundo.
Vou entrar em contato com os criadores desses jornais. Além disso, seria interessante ver o que se fala sobre eles em redes sociais e entrevistar leitores assíduos. Acho que algum professor de jornalismo poderia dar uns depoimentos também.
Blogs:
http://sensacionalista.virgula.uol.com.br/index.php
Galera
Na aula de sexta surgiu uma idéia interessante para a revista.
A idéia é fazer uma seção de fotos da cidade usando o material dos nossos trabalhos de Fotojornalismo 1. Como todos foram sobre lugares do Rio, e quase todos sobre o centro, dá pra fazer uma bela edição de fotos com 4 ou 5 de cada grupo.
Outra idéia era pedir ao Prof. Ricardo de Hollanda, que nos orientou, para que ele fale sobre a fotografia como registro da cidade e do cotidiano e etc, em um artigo.
O que vocês acham?