sábado, 29 de maio de 2010

Capa provisória


Refiz a capa! =)

Babel - versão beta

Caros,

Este é o link de download do PDF da revista, versão beta. Estou aberto a sugestões.

http://www.easy-share.com/1910445065/Projeto_FotosCS4.pdf


Abcs!

Escolha da fonte do título

Galera,

Fiz uma seleção de possíveis fontes para os títulos de nossas matérias. Fugi daquelas fontes batidas, como Arial e Verdana.

Eis o resultado:

Meu voto vai para a última fonte. Entretanto também gostei da penúltima e antepenúltima. Por isso tive uma ideia: será que a gente deve diferenciar as fontes do título de acordo com a matéria e se a matéria pedir esse tipo de mudança? Por exemplo: nesse título de jornalismo digital, creio que a antepenúltima fonte encaixe bem.

Quanto a fonte do texto, a Calibri caiu bem. É sem serifa e todo mundo tem no computador de casa. Assim fica mais fácil de editar a revista. Além do mais, no tamanho 12 ela ocupa o mesmo espaço da times, ou seja, é uma fonte que tem um tamanho que todos estamos acostumados.

Quanto aos boxes e legendas, creio que pode estar em concordância com a fonte do título, mas sem versalete.

domingo, 23 de maio de 2010

Entrevista Jornalismo Digital

Pessoal, tentarei marcar para esta semana a entrevista com a professora Ariane, de Jornalismo na Internet, para a minha matéria de Perspectivas do Jornalismo Digital.
Como internet é um tema comum a outras matérias da revista, se alguém quiser pode me mandar perguntas por e-mail que eu faço a ela.
Bjs

terça-feira, 11 de maio de 2010

Projeto Gráfico em estudo

Já há algum tempo definimos os detalhes externos do projeto gráfico da revista que materializará o projeto experimental dessa turma que está cursando o sétimo período de Jornalismo da Faculdade de Comunicação Social da UERJ no primeiro semestre de 2010.
Destinada a falar das inquietações que movem o comunicador hoje, a revista, que ainda não foi batizada, vai explorar os seguintes eixos: novas tecnologias e linguagens; problemáticas comunicacionais; multifuncionalidade profissional; e incorporação das redes sociais.
Nossa publicação de edição única terá formato 23,5cm x 28cm, impressa em quatro cores, tendo capa em papel couché 120g/m2 e miolo em papel couché matte 90g/m2, 50 páginas (aproximadamente), tiragem de mil exemplares, impressão a partir de chapa (sem fotolito) e encadernação do tipo canoa (dobra e grampo).
Estamos agora estudando o projeto gráfico do miolo e a turma vem simulando algumas possibilidades de composição gráfica nas páginas. A ideia é encontrar uma unidade editorial que expresse a solidez do conteúdo a ser ali impresso e que seja ao mesmo tempo atraente e fácil de ler, sem ser sisuda ou "careta".
Estudar a linguagem editorial da revista implica em definir a mancha gráfica; o peso das imagens e ilustrações; a família e o tamanho das fontes tipográficas em títulos, textos e legendas; o entrelinhamento; a posição de títulos; o número de colunas; o uso de retículas, boxes, fios, cor; o layout do nome da revista na capa e nas laterais das páginas internas... Há ainda a organização das pautas por sessão e sua distribuição pelas páginas, a definição da capa e das chamadas.
Todos estes detalhes começaram a ser testados na aula de 5 de maio e ocuparão as aulas de quarta-feira na sala de Multimeios. É preciso que todo o grupo esteja presente e pense junto a "cara" da revista. Conto com vocês!

Os desafios da comunicação ambiental na sociedade contemporânea

O objetivo da pauta é refletir sobre como comunicadores que estão no mercado e na academia trabalhando ou estudando temas relacionados ao meio ambiente lidam com essa questão. Abordar um pouco da visão que eles têm sobre os principais desafios de falar com o público sobre essa grande problemática global, que hoje movimenta inúmeras discussões nos mais diversos níveis sociais.

A minha ideia seria fazer mais um mosaico, uma coisa mais reflexiva do que “matéria propriamente dita”, mas, é claro, com alto teor informativo. Essas pessoas que lidam diariamente com o tema do meio ambiente, e, principalmente, sua degradação – seja informando (jornalistas), teorizando (acadêmicos) ou incentivando ações (comunicação empresarial/órgãos públicos de gestão ambiental) – poderiam contar um pouco do que elas sentem ao lidar com o tema, da percepção que têm dele, as dificuldades, e o que pensam que seja a função do comunicador nesse cenário.

Sendo assim, pretendo entrevistar:
- Editores/repórteres das editorias de Ciência/Meio Ambiente dos grandes jornais. Vou buscar com a Folha, O Globo e Estadão quem cobre ciência e tentar falar com ao menos um de cada veículo.
- Editores/repórteres de revistas e sites temáticos.
- Blogueiros/twitteiros que se dediquem a escrever sobre o tema.
- Profissionais de comunicação interna de empresas que recebam elogios por políticas de proteção ao meio ambiente/educação ambiental. Quero ouvir profissionais de pelo menos duas empresas. Estou pesquisando quais organizações são referência nesses termos.
- Teóricos/professores/acadêmicos de comunicação ambiental ou jornalismo científico.
- Profissionais de comunicação social de órgãos públicos de proteção ao meio ambiente, como o Ministério do Meio Ambiente e secretarias estaduais/municipais.

Estou aberta a sugestões para incrementar a pauta!

Beijinhos,
Isa.

Pauta - Jornais de humor

O objetivo é descrever a feitura de matérias fantasiosas em jornais de humor. Existem dois emblemáticos: “Piauí Herald”, que figura em algumas páginas da revista Piauí e que virou blog. O outro é “O Sensacionalista”, feito por quatro profissionais de comunicação. Ambos “inventam” notícias absurdas geralmente a partir de um fato real. Vou deixar os links para vocês verem o que eles falam sobre a convocação da seleção brasileira, o assunto mais palpitante do dia.

Aconteceu algo curioso com O Sensacionalista. Eles divulgaram uma notícia humorística dizendo que uma mulher havia ficado grávida ao ver um filme pornô 3D. O elemento absurdo da questão é que essa matéria foi replicada em vários sites, inclusive no exterior, como se fosse real. Um exemplo é o Gizmodo, um dos maiores blogs do mundo.

Vou entrar em contato com os criadores desses jornais. Além disso, seria interessante ver o que se fala sobre eles em redes sociais e entrevistar leitores assíduos. Acho que algum professor de jornalismo poderia dar uns depoimentos também.

Blogs:

http://sensacionalista.virgula.uol.com.br/index.php

http://www.revistapiaui.com.br/herald/capa.aspx

sexta-feira, 7 de maio de 2010

Fotos da Revsta

Olá pessoas,

Estive conversando com o professor Hollanda sobre a nossa ideia de ter uma área destinada para as fotografias da turma na revista. Além adorar, ,ele disse que se precisar editar alguma foto ou coisa parecida é só falar para que seja disponibilizado o Laboratório de Fotografia Digital. Quanto ao artigo, ele avisou que está à disposição, é só marcar.

terça-feira, 4 de maio de 2010

Mulheres que trabalham em redutos masculinos

Introdução

A condição de subordinação da mulher pelo homem foi construída historicamente nas práticas culturais e nas instituições. Apesar dessa dominação, em quase todos os setores da economia o trabalho feminino já foi incorporados e aceito com razoável naturalidade. Entretanto, em algumas áreas, as mulheres ainda encontram dificuldades de inserção e ascensão profissional.

Objetivo

Esta matéria visa abordar os fatores que levaram à mudanças desse conceito. Para isso vamos buscar exemplo de mulheres que venceram o preconceito e estão com tudo no mercado de trabalho.


Possíveis entrevistadas

Mariana Becker - Fórmula 1?
Thayssa Bravo - CBN
Andréia Marcie(maria chuteira)- Rádio Globo
Repórter da área policial ?

Sugestões e possíveis contatos é só postarem.

Pauta - Comportamento do jornalista por detrás das câmeras

O objetivo dessa matéria é identificar que tipos de sentimentos o jornalista sente em situações que fogem do seu cotidiano de trabalho. É lógico que, o jornalista tem que estar preparado para quaisquer intervenções durante o dia. Todavia, como ele se depara em uma circunstância de tragédia, de caos, de violência?
Que tipos de sentimentos esses profissionais sentem quando estão no meio de uma guerra entre polícia e bandidos? Medo, euforia, adrenalina a mil, etc?
E quando ocorre uma tragédia em que dezenas de pessoas morrem? Será que tem como ser "indiferente" a tudo que aconteceu?Afinal, amanhã é um novo dia e todos os dias acontecem alguma coisa de diferente, independente se tiveram mortes ou não. Por que em alguns casos o lado emocional fala mais alto? E em que situações isso acontece?
O que essas experiências trazem para suas vidas?Mais humanos ou os mesmos de sempre?
Em frente à câmera não há um momento para que esse profissional demonstre seus sentimentos em relação à determinada situação. Mas o que acontece com eles por detrás das câmeras?
Será que o jornalista é um ser frio e sem sentimentos como muitos(os próprios profissionais da área e o telespectador, já que os últimos só veem o que a mídia mostra) pensam?
Para que todas essas questões sejam respondidas terei como objetivo entrevistar alguns profissionais que já passaram por uma situação de alta pressão e buscar artigos ou livros que abordem tal assunto.

segunda-feira, 3 de maio de 2010

Pauta - Gadgets e a comunicação

Ipad, Ipod, Iphone, tablets, netbooks, wi-fi, 3G, Kindle, touchscreen... Os recentes lançamentos da indústria de tecnologia deixa claro: a mobilidade é o futuro. Jornais podem ser acessados por celulares, canais de TV assistidos, revistas, livros etc. Àquele computador de mesa antigo pode-se dar adeus.

Mas de que forma o conteúdo vem sendo produzido para essas novas plataformas, tão pequenas, com no máximo 10 polegadas? Quem produz esse conteúdo e como ele pode ser produzido? Será que a industria do jornalismo vem se preparando para essa questão, juntamente com o marketing?

Podemos entrar em contato com o Globo que é o jornal mais adaptado, no Rio de Janeiro, à essas novas tecnologias, já que ele já lançou conteúdo exclusivo para Ipad, apesar do equipamento nem ter desembarcado no Brasil ainda. Podemos também entrar em contato com o Bradesco, que tem um Internet Banking todo feito para Iphone. Além disso, podemos falar com editoras sobre a venda de livros eletrônicas, o que elas esperam disso?

Pauta - O uso de editores de imagem - o Photoshop

O Photoshop é o editor de imagens mais conhecido do mundo. Designers, fotógrafos profissionais, fotógrafos amadores, todos que se interessam minimamente pelo assunto já obtiveram algum contato com o produto. Entretanto, enquantos os engenheiros da Abobe, firma que detém os direitos do produto, aprimoram o programa lançando mais e mais ferramentas que escondem imperfeições de fotos e manipulam a imagem, a discussão sobre até onde a fotografia ainda é respeitada como fonte de informação aumenta calorosamente.

O que os publicitários pensam do uso dele? E os jornalistas? E os fotógrafos da época do filme?

Podemos entrevistar esses profissionais e tentar uma entrevista, nem que seja via email, com a Adobe, para falar sobre o desenvolvimento do produto e para que tipo de mercado ele é vendido primordialmente, além de outras questões, como o uso de chaves falsas.

Temos também o caso recente da Ralph Lauren que publicou páginas de propagandas em revistas norte-americanas com as já magras modelos ainda mais reduzidas pelo programa, que simplismente ficaram toscas.

Pauta - Seção de fotografia

A ideia é ter uma área destinada a fotografias do blog. Como nada mais concreto tinha surgido até então, foi discutido na aula a possibilidade de o tema ser a cidade do Rio de Janeiro, e mais, utilizar as fotografias feitas durante o curso de Foto II.

Portanto, cada aluno, cada grupo da época, deve entregar 4 ou 5 fotos sobre o trabalho realizado para o professor Ricardo de Hollanda sobre o Rio de Janeiro. Eu tinha pensado em publicar essas fotos então aqui no site, para que houvesse uma votação, mas creio que isso pode gerar alguma confusão, como votos no próprio trabalho. Pensei então em perguntar ao professor Hollanda se ele pode escolher as melhores fotos segundo os critérios dele de imagem. O que vocês acham?

É isso, creio que vai ser uma parte da revista que vai dar um respiro entre as matérias. Pensei também em colocarmos um editorial no início ou final da revista falando sobre esse ensaio.

domingo, 2 de maio de 2010

O nome do projeto

A pior coisa de fazer uma revista, um blog, uma banda, uma festa ou qualquer coisa que tenha nome, é justamente inventar esse nome. Se nomear um filho fosse difícil da mesma forma, acho que o mundo teria, estourando, uns 500 milhões de habitantes nomeados (300 milhões só na China, porque eles são maioria em qualquer coisa, menos na altura dos olhos e no comprimento dos... bem... é... dos sapatos). Os outros habitantes seriam chamados de “psiu!”, “hey!” ou “ô fera!” de acordo com cada língua. Muitos projetos param no meio do caminho por causa de um vazio mental que dá na hora de colocar algo que parece tão simples. Fica a impressão de que tudo já foi inventado na vida e só sobraram nomes como “sovaco podre”, “pinto de boi” ou “frango órfão” para nomear nossos planos.

Na sala de aula, alguns alunos deram sugestões para nomes. Milagrosamente todos são mais legais do que “Sovaco podre”, e alguns são realmente interessantes. Tanto foi, que chegou a ocorrer um pequeno salamaleco no meio da aula, porque no final, dispúnhamos de mais de uma alcunha.
Nessa hora é preciso ter desapego. Darwin sabe muito bem que somos seres absolutamente adaptáveis: se conseguimos sobreviver (e ficar bem) sem o ex-affair, se nos resignamos quando nosso candidato favorito não ganha a eleição, é mais do que certo que o nome escolhido será bem assimilado por parte de quem não o preferiu. Se não assimilar, está fora do projeto. Mentira, está dentro, precisamos encher uma revista, não vai ser tão simples.

Sobre os nomes em questão

Depois de uma peneira, sobraram os seguintes:
• Inquietos
• Babel
• Horizonte
• Olhares
• Desafio
• C
• Caôs (ou Caos, não entendi)

Você tem alguma preferência?

sábado, 1 de maio de 2010

Fotos do Rio de Janeiro

Galera

Na aula de sexta surgiu uma idéia interessante para a revista.

A idéia é fazer uma seção de fotos da cidade usando o material dos nossos trabalhos de Fotojornalismo 1. Como todos foram sobre lugares do Rio, e quase todos sobre o centro, dá pra fazer uma bela edição de fotos com 4 ou 5 de cada grupo.

Outra idéia era pedir ao Prof. Ricardo de Hollanda, que nos orientou, para que ele fale sobre a fotografia como registro da cidade e do cotidiano e etc, em um artigo.

O que vocês acham?